/ EM PRODUÇÃO /

ARMANDO SANTIAGO [n. 1932]

Obra para Piano e Cordas

— Groupes II, para piano

— Neumes I, para violino, viola e violoncelo

— Neumes II, para violino, violoncelo e piano

— Neumes III, para viola

Groupes III, para piano

— Quarteto de Cordas

EDIÇÃO ATELIER DE COMPOSIÇÃO, 2019

 

AS-CD

 

 

 

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ARMANDO SANTIAGO (Lisboa, 1932) | Compositor, professor e maestro, estudou canto, piano e violoncelo no Conservatório Nacional de Lisboa, assim como Direcção de Orquestra com Hans Münch e Franco Ferrara, em Itália. Em 1954 é-lhe atribuído o Primeiro Prémio de História da Música e, em 1960, o Primeiro Prémio de Composição, ambos no Conservatório Nacional. Posteriormente desloca-se para Paris, onde estudou as técnicas da música concreta com Pierre Schaeffer, no Serviço de Pesquisa da ORTF.

Bolseiro dos Governos de Portugal e de Itália, trabalhou em Roma, com Boris Porena, e seguiu o curso de Goffredo Petrassi na Academia de Santa Cecília, obtendo o diploma de estudos superiores de Composição. Em 1968 fixa-se no Canadá, onde inicia actividade docente em Composição e dirige a classe de orquestra do Conservatório de Música de Trois-Rivières, instituição de que foi, mais tarde, director (1974-1978). Naturalizado canadiano em 1972, foi ainda nomeado director do Conservatório de Música do Quebec, tendo sido o responsável, a pedido da Direcção Geral dos Conservatórios de Música do Quebec, para prosseguir as reformas dos programas de ensino. Com um catálogo que abrange os géneros solísticos, de câmara, orquestral, vocal e electrónico, a sua actividade de composição surge como uma forma de responder a uma necessidade pessoal, procurando o cumprimento do detalhe e da justeza de cada atitude. Sem perder de vista o ensino da História, para Armando Santiago, compor não é um acto isolado da problemática geral da criação artística.
A partitura musical não é, assim, mais do que um ‘ajustamento’, por via de códigos específicos, e o compositor um artesão-filtro, sensível e ecléctico. As transformações da linguagem e dos símbolos, apanágio do diálogo, penetrarão então implicitamente, por osmose, na estrutura profunda da obra, e isto, à margem da adopção activa de soluções imediatas de última hora, do refúgio sistemático da trajectória da herança, ou do pudor dos valores do humano.

 

 

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